A pesquisa jurídica nas universidades brasileiras, notadamente nos departamentos de graduação das faculdades de Direito, padece de muitas lacunas graves. Tradicionalmente, alunos(as) da graduação não são considerados(as) maduros(as) o suficiente para engajarem-se em trabalhos de pesquisa, sendo essa atividade reservada principalmente aos(as) alunos(as) de mestrado e doutorado. Este fato é aqui apresentado como um problema, dado que a capacidade de refletir, interpretar e criticar questões jurídicas é proporcional à formação do(a) aluno(a) como pesquisador(a). A capacidade dos(as) estudantes como pensadores(as) é altamente dependente da sua formação como pesquisadores(as). O livro mostra que quando o caminho de estudantes da graduação cruza-se com o da pesquisa jurídica, é muitas vezes por acidente. Consequentemente, muitos(as) estudantes vocacionados(as) para a pesquisa constroem-se como pesquisadores(as) autodidatas, sem o esperado apoio da Faculdade de Direito, cujos(as) próprios(as) professores(as) nem sempre são pesquisadores(as). O livro discute criticamente como e por que isso representa uma séria lacuna para a completude da educação jurídica e, eventualmente, propõe alguns métodos para incorporar o trabalho e as técnicas de pesquisa no currículo das Faculdades de Direito. Em termos metodológicos, o livro discute da problemática, partindo da experiência de alunos(as) que analisam a sua própria formação enquanto juristas, com o intuito de compreender o tipo de juristas formados(as) pelas faculdades de Direito. Em cada capítulo, essa análise é seguida por um comentário do Professor, coautor do livro.

O problema na formação do(a) jurista enquanto pesquisador(a)

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A pesquisa jurídica nas universidades brasileiras, notadamente nos departamentos de graduação das faculdades de Direito, padece de muitas lacunas graves. Tradicionalmente, alunos(as) da graduação não são considerados(as) maduros(as) o suficiente para engajarem-se em trabalhos de pesquisa, sendo essa atividade reservada principalmente aos(as) alunos(as) de mestrado e doutorado. Este fato é aqui apresentado como um problema, dado que a capacidade de refletir, interpretar e criticar questões jurídicas é proporcional à formação do(a) aluno(a) como pesquisador(a). A capacidade dos(as) estudantes como pensadores(as) é altamente dependente da sua formação como pesquisadores(as). O livro mostra que quando o caminho de estudantes da graduação cruza-se com o da pesquisa jurídica, é muitas vezes por acidente. Consequentemente, muitos(as) estudantes vocacionados(as) para a pesquisa constroem-se como pesquisadores(as) autodidatas, sem o esperado apoio da Faculdade de Direito, cujos(as) próprios(as) professores(as) nem sempre são pesquisadores(as). O livro discute criticamente como e por que isso representa uma séria lacuna para a completude da educação jurídica e, eventualmente, propõe alguns métodos para incorporar o trabalho e as técnicas de pesquisa no currículo das Faculdades de Direito. Em termos metodológicos, o livro discute da problemática, partindo da experiência de alunos(as) que analisam a sua própria formação enquanto juristas, com o intuito de compreender o tipo de juristas formados(as) pelas faculdades de Direito. Em cada capítulo, essa análise é seguida por um comentário do Professor, coautor do livro.