"Manual de Cirurgia de Hérnia da Parede Abdominal" é o primeiro livro publicado da série Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa, cujo editor é o Dr. Roberto de Queiroz Padilha.
Como se sabe, a hérnia da parede abdominal é o tipo de afecção que, apesar de todo o progresso e avanço cirúrgico, permanece como um obstáculo, por ser difícil o manuseio do abdome, não propriamente pela invasão cirúrgica, mas sim, pela complexidade em preservar sua forma e função.
A doença primária inguinal ou de qualquer outra área da parede abdominal decorre da falta de musculatura estriada e, para isso, concorrem a idade, o sexo, a genética e, inclusive, o estilo de vida.
As mais recentes pesquisas e estudos sobre a parede abdominal com suas correspondentes alterações requerem uma atenção bem maior por parte dos cirurgiões, o que até então não era esse o pensamento. Nesse sentido, destacam-se:
1. a urgência do tratamento
2. o grau de comprometimento técnico-cirúrgico
3. a infecção da região cirúrgica
4. o estilo de vida do paciente
5. as condições genéticas
Conclui-se, assim, serem essas condições determinantes ou ao menos fortemente influenciadoras das causas de hérnia, recidiva ou dor persistente no pós-operatório.

Manual de cirurgia de hernia da parede abdominal

R$78,00
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"Manual de Cirurgia de Hérnia da Parede Abdominal" é o primeiro livro publicado da série Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa, cujo editor é o Dr. Roberto de Queiroz Padilha.
Como se sabe, a hérnia da parede abdominal é o tipo de afecção que, apesar de todo o progresso e avanço cirúrgico, permanece como um obstáculo, por ser difícil o manuseio do abdome, não propriamente pela invasão cirúrgica, mas sim, pela complexidade em preservar sua forma e função.
A doença primária inguinal ou de qualquer outra área da parede abdominal decorre da falta de musculatura estriada e, para isso, concorrem a idade, o sexo, a genética e, inclusive, o estilo de vida.
As mais recentes pesquisas e estudos sobre a parede abdominal com suas correspondentes alterações requerem uma atenção bem maior por parte dos cirurgiões, o que até então não era esse o pensamento. Nesse sentido, destacam-se:
1. a urgência do tratamento
2. o grau de comprometimento técnico-cirúrgico
3. a infecção da região cirúrgica
4. o estilo de vida do paciente
5. as condições genéticas
Conclui-se, assim, serem essas condições determinantes ou ao menos fortemente influenciadoras das causas de hérnia, recidiva ou dor persistente no pós-operatório.